A magistrada escreveu nos autos que existe dúvidas sobre a saúde mental da acusada e que é necessária a instauração de um incidente de insanidade mental para que seja conhecido o verdadeiro quadro de saúde mental de Érica. A perícia deverá ser conduzida pelo Setor de Psiquiatria Forense do IML de Pernambuco, com o um prazo de 45 dias para a conclusão.
"Diante da gravidade da conduta, donde deflui a periculosidade concreta da acusada, mantenho a INTERNAÇÃO PROVISÓRIA, a qual deverá ser cumprida na Colônia Penal Feminina de Buíque, haja vista a interdição do CSP, bem como levando em consideração que o aludido estabelecimento prisional dispões de serviço de atenção básica à saúde", escreveu a juíza.
A Justiça também determinou que setor de psiquiatria forense do IML responda algumas perguntas sobre a saúde de Érica tais como:
"Se quando do crime, ela tinha doença mental ou desenvolvimento mental incompleto ou retardado, não sendo inteiramente capaz de entender o caráter ilícito do fato .Se ela oferece risco ao convívio familiar ou ao convívio social. Se ela violenta ou perigosa e, por fim, de qual a doença padece, informando o CID e se essa doença é progressiva ou regressiva".



