
Esse título não foi dado à toa, Garanhuns fez por merecer.
Pelo clima, pelas belezas naturais, devido à geografia privilegiada.
A verdade é que a cidade, fincada entre sete colinas, é o verdadeiro encanto.
Não apenas no Natal, mas durante todo o ano.
Quem vem de fora fica deslumbrado - mais até do que os moradores locais - com o Pau Pombo, o centenário Parque Euclides Dourado, o moderno Parque Luiz Carlos Oliveira, o prédio do seminário, as igrejas, a arquitetura dos colégios de mais de um século, os altos do Columinho ou Magano.
Em qual cidade do Nordeste faz frio, mesmo em setembro ou outubro?
Pouquíssimas, não é mesmo?
Mas por cá ainda se dorme de cobertor em pleno mês de novembro e um frio danado de bom se faz sentir quando se caminha, logo cedo, pelas ruas Quinze ou Dr. José Mariano; pela Rui Barbosa ou Avenida Santo Antônio.
A brisa é mais leve ainda na Brasília ou Magano.
O clima de Garanhuns é ideal para se tomar chocolate quente, um café com ou sem cafeína, apreciar uma sopa num estabelecimento do centro ou em Heliópolis; ler um livro ou ver TV, no aconchego do lar.
Cidade maravilhosa não é o Rio de Janeiro. Está longe disso.
Maravilhosa mesmo é essa bucólica Garanhuns; no inverno ou no verão.
Lugar ideal para se fazer amor, ficar feliz com pouco e renovar as forças, independente da idade ou classe social.
Encantos do Natal, Encantos da Cidade Jardim.
"Salve Garanhuns!
Os jardins, as palmeiras e alguns
Pedaços do céu…
Mãos divinas!
Salve as sete colinas!".
Salve o poeta João Marques! O autor do hino que tão bem define os encantos de uma cidade diferenciada.